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Pensão de morte: ação judicial contra o INSS pode gerar precatórios

A pensão por morte se trata de um benefício previdenciário previsto pela Lei 8.213 de 1991. Ela destina-se aos dependentes de segurados, conforme o Regime Geral de Previdência Social (RPPS), e é administrada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). 

Neste artigo, iremos explicar quem tem direito à pensão por morte, o que fazer se ela for negada, e como ações judiciais para obtê-la podem originar precatórios federais. Confira conosco e boa leitura!

O que é pensão por morte?

A pensão por morte é paga a dependentes de um beneficiário do INSS que faleceu, desde que atendam a determinados requisitos. 

Esse beneficiário pode ser um aposentado ou pensionista. Da mesma maneira, seus dependentes podem incluir cônjuges, filhos, pais, irmãos e, também, parceiros em união estável.

De acordo com a lei, a pensão é paga mensalmente, por tempo que pode variar, após a declaração de falecimento à Justiça de quem recebia o benefício do INSS. 

Assim, ela é paga quando, juridicamente, o beneficiário da previdência é tido como morto ou quando a morte é presumida por razões que possam ser comprovadas.

A partir disso, os dependentes passam a ter direito a uma remuneração fixa mensal, de acordo com o cumprimento de regras específicas.

No caso de desaparecimento, a pensão por morte acontece em caráter provisório, o que configura a morte presumida. Por isso, o pagamento só é realizado após seis meses da ausência do beneficiário.

Quem tem direito a pensão por morte?

A pensão por morte é sempre destinada aos dependentes de contribuintes falecidos. Por causa disso, o pagamento só é realizado após a comprovação da relação familiar. 

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Além disso, é preciso demonstrar para a Justiça que os dependentes do falecido precisam dos benefícios que ele recebia para se manterem.

Dentre os dependentes com direito à pensão, estão inclusos:

  • Cônjuge ou companheiro(a) do falecido que comprove o casamento ou união estável até a data da morte do beneficiário.
  • Filhos legítimos, adotivos ou equiparados, menores de 21 anos.
  • Filhos legítimos, adotivos ou equiparados de qualquer idade com perícia que confirme invalidez permanente.
  • Pais biológicos ou adotivos, se comprovada a dependência financeira do contribuinte falecido.
  • Irmãos de qualquer natureza, com idade inferior a 21 anos e comprovação de dependência econômica ou de qualquer idade e com deficiência comprovada por perícia médica.

Por fim, também é exigido que o falecido estivesse em dia com o INSS, como você verá abaixo.

Quem não contribui tem direito a pensão por morte?

A resposta varia conforme a situação do falecido em relação ao pagamento do INSS. Ou seja, há critérios em que, mesmo sem contribuição, os dependentes podem recorrer ao direito da pensão por morte.

Para isso, é necessário verificar se o contribuinte estava no “período de graça”, que significa o prazo ao qual ele mantém o benefício mesmo sem contribuir. 

O período de graça se aplica aos seguintes casos:

  • Recebimento de outro benefício do INSS, como auxílio-doença, auxílio-acidente ou aposentadoria por invalidez.
  • Até 12 meses após o fim de um benefício por incapacidade, salário-maternidade, desemprego ou contrato suspenso de trabalho sem remuneração.
  • Até 12 meses após a saída da prisão ou segregação, que é quando um cidadão contrai uma doença que obriga o afastamento social de forma compulsória.
  • Até 3 meses após a prestação de serviço militar ou licenciamento para atividade similar nas forças armadas.
  • Até 6 meses do último recolhimento como segurado facultativo, ou seja, que paga a guia por conta própria, sem qualquer vínculo empregatício.

Além disso, também há critérios que podem prorrogar o período de graça. Um exemplo é o recebimento do seguro-desemprego, ou, ainda, mais de 10 anos ininterruptos de contribuição ao INSS. Nesses casos, o prazo é estendido por mais 12 meses.

As demais situações que não se encaixam nas observações acima retiram dos dependentes o direito à pensão por morte.

Devido à complexidade das regras, a melhor forma de ter certeza se os dependentes do beneficiário falecido têm direito à pensão por morte é emitindo um extrato do CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais).

Como requerer pensão por morte?

A requisição da pensão por morte pode ser feita pelo site ou aplicativo Meu Inss. Também é possível entrar em contato pela central telefônica, no número 135. 

Nessa hora, é necessário apresentar documentos comprobatórios, incluindo a certidão de óbito ou de morte presumida; atestado da condição de dependente; documentos pessoais com foto, e documentos que comprovem a contribuição ou vínculo empregatício do beneficiário falecido.

Por lei, o INSS concede, após a aprovação, o primeiro pagamento em até 45 dias. Contudo, na prática, esse prazo pode ser diferente.

A pensão foi negada no INSS. E agora?

Em casos em que a pensão por morte foi negada, é preciso compreender o motivo da negativa a fim de saber como recorrer. Uma vez que for averiguada a razão pela qual o pedido foi negado, algumas pessoas podem discordar da decisão do órgão. 

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Nesses casos, é possível tentar de novo. As maneiras de fazer uma nova requisição podem ser pela esfera administrativa – voltando ao INSS – ou entrando com uma ação judicial na Justiça Federal.

E não importa qual meio o dependente irá buscar, o ideal é que o faça com ajuda profissional para que compreenda todos os trâmites até o possível pagamento da pensão por morte.

Afinal, a Justiça não é perfeita, e há casos em que os dependentes deveriam receber a pensão, mas têm o pedido negado no INSS. Por isso, não é raro que cidadãos busquem os tribunais para resolver a questão.

Ação para obter pensão por morte na Justiça Federal pode gerar precatórios

Há um número considerável de dependentes de contribuintes do INSS que recorrem ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para receberem a pensão por morte. 

Além de situações especiais – como no caso de dependentes de militares – há pedidos negados que são direitos, como apontamos anteriormente.

Em situações em que uma ação jurídica foi aberta, quando julgada procedente, o INSS começa o pagamento do valor devido a partir do mês corrente. 

Também pode ocorrer o pagamento de valores retroativos. Ou seja, quando a pessoa ganha na Justiça o direito à pensão de morte, é entendido que deveria ter recebido ela no passado também.

Assim, o Estado faz o pagamento desses valores também.

Como esse tempo pode ter sido longo e também inclui o tempo do processo judicial, esses valores podem ser altos e gerar RPVs ou precatórios.

Neste caso, o título seria federal, e estaria incluso como um dos precatórios do INSS.

Saiba tudo sobre precatórios

Agora que você já sabe mais sobre pensão por morte e quem pode recebê-la, você precisa conhecer a Precato. 

Somos uma empresa especializada na compra de precatórios, e para ações já julgadas, oferecemos facilidade e agilidade para que você receba antecipadamente o que tem direito.

Se você é beneficiário de um título e tem dúvidas sobre seu andamento ou deseja receber seu dinheiro mais rápido, entre em contato com a gente. Também o convidamos a conhecer a Precato melhor e conferir como atuamos para ajudar pessoas de todo o Brasil a conquistar seus sonhos.

Continue no no Blog da Precato para saber mais sobre precatórios, pagamentos e prazos, e não deixe de conferir nossos outros artigos sobre o assunto!

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Política de Privacidade e Termos de Uso

Política de Privacidade 

Atualização: 01/11/2024 

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Desde o princípio, nos propomos a agir de forma diferente de todo o mercado, praticando uma transparência radical para combater a desinformação. Construir uma relação duradoura e de admiração com quem nos relacionamos. 

Para que a transparência prevaleça e você tenha a melhor experiência com a Precato, nos preocupamos e nos asseguramos em cumprir as leis e regulamentos aplicáveis à Proteção de Dados Pessoais no Brasil. 

Nossa Política de Privacidade reforça nosso compromisso em respeitar e manter o cliente no centro das nossas decisões, sem asterisco de verdade. 

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Esta política irá te ajudar a entender quais e como as informações de consumidores, clientes, fornecedores, parceiros, colaboradores, usuários do site e outras pessoas físicas são coletadas e tratadas.  

A Precato tem como objetivo através dessa Política de Privacidade reforçar o compromisso com a privacidade e a segurança dos dados dos seus clientes e de outros titulares de dados. Demonstrar de maneira clara quais informações são tratadas e como serão utilizadas. 

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Dados: termo usado para indicar, conjuntamente, os Dados Pessoais, Dados Pessoais Sensíveis e os Dados Públicos; 

Dados Públicos: Dados Pessoais e Dados Pessoais Sensíveis cujo acesso é público, ou que foram tornados manifestamente públicos pelo Titular, e que devem ser Tratados considerando os termos do § 4º do artigo 7º da LGPD; 

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  1. Coleta de informação

A Precato exerce como sua principal atividade a compra de precatórios para antecipação do recebimento pelo titular. Todos os dados coletados e solicitados são necessários para a realização e desenvolvimento de suas atividades, para o oferecimento de produtos e fornecimento de serviços, assim como necessários e adequados para o desenvolvimento de novos produtos e serviços. A Precato trata dados públicos de credores apenas para fins de oferta de serviços de antecipação de pagamento de precatórios.
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O enriquecimento de dados é realizado para otimizar o contato com titulares de precatórios, respeitando a base legal do legítimo interesse e informando os titulares sobre esse procedimento. 

Por fim, também acessamos informações através do compartilhamento de dados em razão de parcerias firmadas entre a Precato e terceiros.
A Precato trata dados públicos de credores apenas para fins de oferta de serviços de antecipação de pagamento de precatórios. 

  1. Dados coletados

Dados pessoais informados pelo titular: são informações fornecidas pelo titular ao solicitar, contratar ou utilizar qualquer serviço ou produto ofertado pela Precato. São dados como Nome Completo, CPF, e-mail, telefone, número da conta bancária, número de agência, número do banco, certidões de débitos, entre outros. São dados que permitem a Precato garantir a segurança durante a utilização dos serviços e produtos. 

Dados públicos são aquelas informações que estão disponíveis publicamente ou que o titular tenha disponibilizado de forma pública na internet ou redes sociais, por exemplo. Se trata de quaisquer informações públicas como número de processo judicial, número de identificação do precatório, valores do precatório, entre outras informações presentes nos tribunais de justiça. A Precato coleta essas informações principalmente para viabilizar o exercício da sua principal atividade, que é a compra de precatórios. 

Dados de navegação e do dispositivo são as informações coletadas através de acessos aos nossos serviços ou produtos. São dados como endereço IP, interações realizadas em acessos aos nossos sites, blogs, sistema operacional, informações de URL, geolocalização (caso tenha sido fornecida autorização prévia à coleta), cookies, entre outros. 

  1. Base legal e finalidade

Utilizamos as informações coletadas em conformidade com esta Política de Privacidade e com o artigo 7º da LGPD. 

As informações pessoais coletadas são utilizadas para viabilizar a prestação de serviços e aprimorar serviços e produtos, verificação de identidade, garantia de segurança operacional, realização de ofertas, campanhas de marketing, tudo com fulcro na proteção do crédito e no legítimo interesse da Precato. 

A Precato assume como Base Legal (Execução de contrato – artigo 7º, V, LGPD) para Finalidade de prestar os serviços de antecipação de precatórios através da cessão da titularidade do contrato. 

A Precato assume como Base Legal (Interesse legítimo – artigo 7º IX, LGPD) para Finalidade de verificar a identidade, a idoneidade e a solvência do titular do precatório, visando garantir a segurança jurídica da operação. 

A Precato assume como Base Legal (Consentimento – artigo 11, I, LGPD) para Finalidade de verificar a capacidade civil do titular do precatório. 

A Precato assume como Base Legal (Interesse Legítimo – artigo 7º, IX, LGPD) para Finalidade de realizar pesquisa automatizada em fontes oficiais para coleta de informações de titulares que tenham precatórios. 

A Precato assume como Base Legal (Consentimento – artigo 11, I, LGPD) para Finalidade de verificar condição de filiação institucional quando envolver precatórios emitidos a partir de ações coletivas. 

A Precato assume como Base Legal (Interesse Legítimo – artigo 7º, IX, LGPD) para Finalidade de estabelecer contato e comunicação com potenciais interessados nos produtos e serviços. 

A Precato assume como Base Legal (Consentimento – artigo 7º, I, LGPD) para Finalidade de envio de comunicações com objetivo de marketing, pesquisa, campanhas e promoções. 

A Precato assume como Base Legal (Interesse Legítimo – artigo 7º, IX, LGPD) para Finalidade de permitir, personalizar e melhorar a experiência do cliente ao acessar os sites da empresa. 

São adotadas tecnologias avançadas e procedimentos internos para proteger as informações coletadas, principalmente contra acessos indevidos. Os servidores da Precato são mantidos em ambiente seguro, restrito e controlado, e todo tráfego de dados é protegido por criptografia. 

  1. Compartilhamento de dados

A Precato poderá compartilhar os seus dados caso seja solicitado pelo Titular, bem como empresas terceiras parceiras e com autoridades e órgãos reguladores, quando necessário. 

O compartilhamento será realizado em conformidade com esta Política de Privacidade e com a LGPD, dentro dos limites e propósitos dos negócios da Precato. 

A Precato poderá compartilhar os dados com terceiros dentro do Brasil para viabilizar e aprimorar a prestação de serviços e produtos ofertados pela Precato; viabilizar o desenvolvimento de novos produtos e serviços a serem ofertados pela Precato no mercado; promover parcerias; analisar e solucionar problemas técnicos relativos a segurança dos sistemas internos da Precato e seus site; contratar prestação de serviços relacionados a atividade principal da Precato; permitir auditorias legais e independentes; responder solicitações judiciais, administrativas ou arbitrais, bem como pleitear direitos da Precato em juízo. Em todas as hipóteses a Precato se compromete a compartilhar somente os dados essenciais, necessários e adequados para cumprir a respectiva finalidade. 

Os dados pessoais podem ser transferidos para o exterior considerando que a Precato utiliza serviços de terceiros que possuem infraestrutura tecnológica estabelecida fora do Brasil, como servidores e serviços de nuvem. Nestes casos, a Precato adota os mais elevados padrões de segurança da informação e privacidade para garantir a integridade e confidencialidade dos dados, bem como verificar e garantir que os países de destino possuem o mesmo grau de proteção de Dados assegurado pela LGPD. 

  1. Direitos do Titular

Os titulares serão informados sobre o uso de seus dados e poderão se opor ao enriquecimento a qualquer momento, conforme os procedimentos descritos abaixo. 

Direito de Oposição ao Enriquecimento de Dados: 

  1. Introdução do Procedimento na Política de Privacidade 

O titular de dados pessoais tem o direito de se opor ao enriquecimento de seus dados a qualquer momento. A Precato respeita esse direito e se compromete a adotar medidas adequadas para interromper o tratamento, conforme previsto na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

  1. 2. Como o Titular Pode Exercê-lo

O titular pode exercer seu direito de oposição de forma simples e acessível através dos seguintes canais: 

E-mail: O titular pode enviar um e-mail para [criar um e-mail do DPO], indicando no assunto ‘Oposição ao Enriquecimento de Dados’ e fornecendo informações mínimas de identificação (nome completo e número de precatório, se aplicável) para agilizar o atendimento. 

Formulário Online: No site da Precato, o titular terá acesso a um formulário específico para solicitar a interrupção do enriquecimento de dados. No formulário, deverá fornecer dados básicos de identificação e o motivo da solicitação, se desejar especificá-lo. Criar esse formulário e disponibilizá-lo em alguma parte do site. 

Telefone: Disponibilizamos um número de telefone para o exercício desse direito, onde um atendente orientará o titular sobre como concluir o pedido de oposição. Colocar um número de telefone para essa finalidade. 

  1. Prazos para Atendimento

A Precato se compromete a responder ao pedido de oposição em até 15 dias úteis, conforme disposto pela LGPD. 

Uma vez processado o pedido, o titular receberá uma confirmação por e-mail, indicando que o enriquecimento de dados foi interrompido. 

 

  1. Impacto da Oposição

A Precato esclarece que, ao exercer seu direito de oposição ao enriquecimento de dados, o titular pode ter limitações na oferta de serviços personalizados, pois o processo de enriquecimento visa otimizar a comunicação e adequar as propostas ao perfil do titular. 

Fale com a Precato: 

Para exercer qualquer um dos seus direitos, entre em contato diretamente com o encarregado de dados (DPO) da Precato através do: [email protected].  

Nosso time está pronto para resolver a solicitação imediatamente. 

  1. Informações importantes

A Precato poderá, a qualquer momento, alterar esta política, quando for necessária a sua adequação ou em decorrência de mudanças legislativas ou atualização de ferramentas tecnológicas. Eventual alteração será divulgada e atualizada imediatamente em nosso site. 

A Precato armazena todos os dados com o máximo cuidado, utilizando sempre as melhores práticas e tecnologias do mercado, buscando sempre o aperfeiçoamento da sua política de segurança. A Precato adota medidas para garantir a segurança e integridade dos seus 

Dados Pessoais, como análises e testes de segurança da informação em nossos sistemas, auditorias periódicas, monitoramento contínuo do ambiente e criptografia. 

Ao longo desta Política de Privacidade explicamos que o tratamento de dados é condição necessária para exercer a atividade principal da Precato. 

Em caso de qualquer conflito entre a Política e as informações fornecidas pelo atendimento através do e-mail [email protected], prevalecerá as disposições contidas neste documento. 

Termos de Uso

Esta política de Termos de Uso é válida a partir de Aug 2022.

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