O aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) gerou muitas dúvidas e preocupações agora em 2025, especialmente entre aposentados que podem ser impactados por esse imposto em suas operações financeiras.
Neste post, vamos explicar o que é o imposto IOF, como ele afeta o seu dia a dia e o que mudou com o aumento deste imposto em 2025. Também vamos trazer dicas de como se proteger desse aumento e falar sobre como as mudanças podem afetar suas finanças. Continue a leitura e entenda tudo o que você precisa saber sobre o aumento do IOF!
O que é IOF e para que serve esse imposto?
O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) é um imposto federal que incide sobre diversas operações financeiras no Brasil. Ele é cobrado em transações como empréstimos, financiamentos, compra e venda de moeda estrangeira e outras operações bancárias.
Dito isso, o imposto IOF serve principalmente para arrecadar recursos para o governo, com o objetivo de regular o fluxo de dinheiro no mercado.
No dia a dia dos aposentados, o IOF aparece, por exemplo, quando você faz um empréstimo pessoal, usa seu cartão de crédito ou até quando realiza operações de câmbio.
Cada vez que você contrai uma dívida ou realiza algum tipo de operação financeira, pode ser cobrado o imposto IOF, impactando diretamente o valor final das transações.
Em resumo, o IOF é um imposto federal que ajuda na arrecadação do governo, mas também pode elevar o custo de algumas operações financeiras para quem contrai empréstimos ou faz financiamentos.
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Aumento do IOF 2025: o que mudou no imposto?
O governo federal anunciou um aumento do IOF em 2025 com o objetivo de aumentar a arrecadação e equilibrar as contas públicas. Esse aumento foi definido por meio de um decreto que entrou em vigor imediatamente, afetando diversas operações financeiras.
Com isso, o imposto IOF foi ajustado para algumas transações, como empréstimos pessoais não consignados, financiamentos e cartões de crédito, enquanto o empréstimo consignado para aposentados e pensionistas ficou de fora do aumento, mantendo a mesma taxa.
Com o aumento desse imposto em 2025, o governo espera uma arrecadação extra de bilhões de reais. A principal mudança para isso foi o aumento nas taxas de IOF para operações de crédito pessoal e compras parceladas.
No entanto, operações como empréstimos consignados não sofreram alterações, garantindo que aposentados e pensionistas não sejam impactados diretamente por esse aumento!
Isso significa que, embora muitos tipos de crédito tenham ficado mais caros, quem opta por um empréstimo consignado não verá o aumento do imposto IOF afetando sua parcela. Para resumir, as principais mudanças foram:
- Crédito para empresas: alíquota anual máxima subiu de 1,88% para 3,95%;
- Crédito para empresas do Simples Nacional (até R$ 30 mil): passou de 0,88% para 1,95% ao ano;
- Cartões internacionais (crédito, débito e pré-pagos): nova alíquota única de 3,5% (antes era 3,38%);
- Compra de moeda estrangeira em espécie e remessas para contas pessoais no exterior: aumentou de 1,1% para 3,5%;
- Empréstimos externos de curto prazo (até 364 dias): alíquota passou a ser de 3,5%;
- Operações genéricas com saída de capital: agora tributadas em 3,5% (entrada permanece em 0,38%).
Por que o governo aumentou o IOF em 2025?
O aumento do IOF foi uma medida fiscal adotada pelo governo para garantir maior arrecadação, equilibrando o orçamento e evitando bloqueios maiores nas contas públicas. A medida visa cobrir um possível rombo fiscal e garantir que o governo consiga manter os serviços essenciais sem afetar negativamente outros setores.
A decisão gerou uma discussão política acirrada, e alguns deputados tentaram barrar o aumento no Congresso, argumentando que ele impactaria negativamente a classe média e a população aposentada. No entanto, a medida foi mantida, e o aumento já está valendo.
A reação no Congresso e no mercado levou o governo a recuar em alguns pontos do decreto original, mas a maior parte das mudanças segue em vigor. O governo espera arrecadar cerca de R$ 20,5 bilhões extras em 2025 com as novas alíquotas!
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Quais operações do dia a dia ficaram mais caras com o aumento do IOF?
Com o aumento do IOF, algumas operações financeiras ficaram mais caras para os brasileiros, principalmente para quem precisa de crédito. Aqui estão alguns exemplos de mudanças do IOF que poderão chegar até você no dia a dia:
- Empréstimos pessoais não consignados: ficaram mais caros devido ao aumento da taxa do imposto IOF;
- Cartão de crédito rotativo: o aumento do IOF fez com que os juros do rotativo ficassem mais altos, tornando o crédito mais caro;
- Financiamentos: especialmente os de carros e imóveis, também sofreram um aumento no imposto IOF, aumentando o custo das parcelas.
No entanto, quem optar por empréstimos consignados não será afetado, já que o imposto IOF para essa modalidade permanece inalterado.
Decreto do IOF: o que diz a nova regra?
O aumento do IOF em 2025 foi definido por um decreto presidencial, o que significa que ele entrou em vigor imediatamente, sem precisar passar pelo Congresso. Um decreto é uma medida rápida que o presidente pode tomar para mudar regras sem uma votação legislativa, e nesse caso, o objetivo foi aumentar a arrecadação do governo.
Essa medida já está valendo e impacta várias operações financeiras, como empréstimos, financiamentos e compras parceladas. No entanto, há discussões no Congresso sobre a possibilidade de barrar ou diminuir o aumento, mas, por enquanto, o aumento do IOF continua em vigor.
Como se proteger do impacto do aumento do IOF?
Para minimizar os impactos do aumento do IOF, aqui vão algumas dicas práticas da Precato!
- Compare taxas: antes de contratar qualquer empréstimo, financiamento ou parcelamento, compare as taxas de IOF e juros entre diferentes instituições financeiras;
- Prefira o consignado: quando possível, opte por empréstimos consignados, que não sofreram o aumento do imposto IOF e têm condições mais favoráveis;
- Evite dívidas desnecessárias: o aumento do IOF pode tornar as dívidas mais caras, então, priorize pagar o que já foi contratado e evite novos compromissos financeiros;
- Confira no contrato: sempre confira no contrato os valores de IOF e juros antes de assinar qualquer operação financeira.
Por fim, informação é poder! Lembre-se também de buscar informações sobre o imposto IOF e sobre o aumento nas fontes oficiais, como os sites do governo e bancos.
A Precato, além de ser especializada na compra de precatórios, oferece um blog completo com dicas, notícias e informações sobre impostos, aposentadorias, direitos civis e muito mais. Acesse nosso blog e salve em seus favoritos para se manter bem informado!
Como se proteger das mudanças no IOF e controlar suas finanças?
O aumento do IOF em 2025 trouxe mudanças, principalmente para quem usa crédito pessoal e financia produtos ou serviços. A medida visa equilibrar as contas públicas, mas acabou tornando algumas operações financeiras mais caras, como empréstimos pessoais e financiamentos. Felizmente, quem optar por empréstimos consignados não será afetado por esse aumento.
Como vimos, o impacto do aumento do IOF pode ser significativo, mas é possível tomar algumas atitudes para se proteger, como comparar taxas de juros, optar por consignados quando possível e evitar dívidas desnecessárias.
Agora que você está por dentro de tudo sobre o imposto IOF e suas notícias de 2025, aproveite para se manter informado sobre o mercado financeiro, e não perca nossa próxima leitura: cessão de crédito e venda de precatórios: como funciona?
Fique atento às mudanças e continue acompanhando nosso blog para mais dicas e orientações sobre precatórios, aposentadoria e muito mais!
Perguntas frequentes
1. O aumento do IOF é definitivo ou pode ser revertido?
O aumento do IOF em 2025, estabelecido por decreto, entrou em vigor imediatamente. No entanto, há discussões em andamento no Congresso sobre a possibilidade de reduzir ou até mesmo reverter o aumento. Por enquanto, a medida permanece em vigor, mas pode ser alterada dependendo das decisões legislativas futuras.
2. O aumento afeta todos os tipos de crédito?
Vale ressaltar que o aumento do IOF afeta a maioria dos créditos pessoais, como empréstimos não consignados, financiamentos e compras parceladas. No entanto, empréstimos consignados para aposentados e pensionistas não sofreram alteração, mantendo as mesmas taxas de IOF de antes.
3. O IOF pode ser descontado do meu benefício?
O imposto do IOF não é descontado diretamente de benefícios como aposentadorias. No entanto, ele pode ser cobrado em operações financeiras relacionadas ao seu benefício, como empréstimos ou financiamentos que você venha a fazer. Se você contrair qualquer tipo de crédito, o IOF será cobrado sobre o valor da operação!
4. Se eu vender meu precatório, pago IOF?
Sim, o IOF pode ser cobrado em transações envolvendo precatórios. Caso você venda seu precatório para antecipar o recebimento do valor, a operação pode incidir IOF, dependendo das condições do acordo e da instituição financeira envolvida.
É importante verificar as taxas aplicadas antes de realizar a transação. Você pode saber mais em nosso post sobre como vender um precatório: saiba como funciona e o que fazer!
5. O aumento do IOF pode mudar o valor do meu precatório?
Não, o aumento do IOF não altera o valor do precatório em si. No entanto, se você realizar operações financeiras relacionadas ao precatório, como empréstimos ou antecipações, o aumento do IOF pode afetar o custo dessas transações. Para saber mais, conte com a Precato!
6. Como saber se estou pagando IOF em alguma operação?
Você pode saber se está pagando IOF consultando o extrato da operação financeira na qual o imposto foi aplicado, seja empréstimos, financiamentos ou compras parceladas. O IOF sempre será detalhado no contrato ou extrato da operação e pode ser consultado também no Meu INSS ou diretamente com o banco responsável pela transação.
7. O aumento do IOF afeta o crédito pessoal?
Sim, o aumento do IOF impacta diretamente o crédito pessoal. Com a medida, as alíquotas aplicadas sobre empréstimos, financiamentos e compras parceladas ficaram mais altas, tornando essas operações financeiras mais caras para os consumidores.
Isso significa que, ao contratar um crédito pessoal ou fazer um parcelamento, o valor total pago ao final será maior devido ao aumento do imposto IOF. Essa mudança afeta principalmente quem precisa recorrer a crédito para cobrir gastos imprevistos ou realizar grandes compras.
8. O IOF foi alterado para investimentos internacionais?
Sim, houve mudanças no IOF para investimentos internacionais. Inicialmente, o governo havia anunciado a cobrança de IOF de 3,5% sobre aplicações feitas em fundos nacionais destinados ao exterior.
No entanto, após críticas e pressões, essa medida foi ajustada e o governo decidiu manter a isenção do IOF para fundos de investimento internacionais, favorecendo aqueles que buscam diversificação em mercados externos.
Essa alteração foi recebida de forma positiva por investidores que estavam preocupados com o impacto adicional do imposto em suas aplicações no exterior.
9. Como o aumento do IOF afeta as empresas?
O aumento do IOF também afeta as empresas, especialmente aquelas optantes pelo Simples Nacional. O imposto sobre operações financeiras de até R$ 30 mil passou de 0,88% para 1,95%, o que representa um aumento significativo no custo do crédito.
Isso pode impactar a capacidade de empresas de pequeno e médio porte de contrair empréstimos ou financiamentos para expandir seus negócios ou cobrir custos operacionais.
Com isso em mente, o aumento do IOF é um desafio para muitas empresas, já que ele eleva o custo do crédito, o que pode afetar suas margens de lucro e a competitividade no mercado.
Referências